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domingo, 3 de novembro de 2019

Amizade pra compartilhar


Um amigo pra compartilhar




Eu conheci um cara muito legal no bate papo, às três da manhã. Conversei com esse amigo, de fazer uma coisa de que gosto muito: bater punheta junto vendo filmes que tenho da minha mulher trepando comigo. Ele topou me receber, combinamos direito e eu fui de madrugada encontrar ele.

Na casa dele, ele me contou que é casado também, mas que volta e meia sua mulher dorme na casa da mãe dela.

Eu levei minha pendrive e colocamos na tv. Primeiro ele estava mais tímido, começamos a assistir só esfregando a mão sobre as calças nos nossos paus. Uma altura da excitação falei com ele de tirar a minha calça e ele me deixou à vontade e tirou a própria calça também. Batemos uma punheta um ao lado do outro, vendo o filme. Perguntei pra ele se ele já tinha batido punheta um pra o outro ele disse que não. Então peguei no pau dele e começei a bater. Ele retribuiu e começou a bater pra mim também. Os vídeos são muito bons e sacanas e nós seguimos vendo e punhetando um ao outro. Em uma certa altura perguntei se ele já tinha esfregado o pau dele em outro pau. Ele disse que também nunca tinha feito aquilo. Chamei ele, ficamos de pé e esfregamos um pau no outro e punhetamos nossos paus juntos. Deu muito tesão.

Depois, ainda, deitamos no sofá um com a cabeça na direção contrária do outro, com as pernas abertas, batendo um saco no saco do outro e esfregando os paus juntos.

Nós nos entendemos e nos demos muito bem. Eu na verdade gostei dele porque ele é gentil e educado. Perguntei se ele curtiria se eu fosse um dia lá com minha mulher. Ele disse que curtiria

Numa segunda-feira de noite levei ela lá. Ele me perguntou antes quais eram as regras. Disse pra ele que a regra era dele só pegar onde sua mão fosse colocada.

Estávamos todos ansiosos, com frio na barriga e essas coisas todas. Pra quebrar o gelo fiz assim: Colocamos os filmes passando, e eu e ele começamos a punhetar no sofá enquanto ela só nos assistia.

Bem, em um certo momento ela veio na minha frente, se ajoelhou e começou a me chupar. Ela me disse depois que o melhor meio para ela se soltar e descontrair é chupando meu pau.

Ela foi chupando gostoso como só ela sabe fazer, e assim chamando a atenção do cara. Disso, peguei uma mão dela e coloquei na virilha do meu amigo. Logo ela pegou a rola dele e começou a punhetar ele. Ela punheta gostoso. É chamada mãos de fada. Olha, ela é profissional, deixa qualquer um doido de tesão. Ela pois os seios pra fora do vestido que estava usando, ficou retinha de joelhos e bateu pra gente, um pau e cada mão. Parecia soberana nos dominando com suas mãos.

Fiz ela mostrar a linda bunda branca que ela tem, virando ela de costas e levantando o vestido dela até surgir suas formosura branca. E a gente bateu gostoso em homenagem daquela linda bunda branca. A brincadeira continuou e ela dobrou a saia do vestido enrolando ela até a barriga, deixando as pernas e a buça de fora.

Ela sentou do meu lado batendo por um instante só no meu pau. Nessa hora ela puxou a minha mão na xota dela. Ela estava molhada como não ficava a anos. Ela colocou a minha mão lá, só pra eu sentir e saber. Ela estava excitada como uma puta. Senti nesse momento um tesão que me atingiu como um raio. Soube de certeza física que minha mulher estava excitada como não ficava só comigo. Que safada, a vadia. Era uma cadela puta toda molhada por gostar de putaria. Eu amei aquilo.

Depois ela subiu em cima de mim no sofá e meteu comigo batendo punheta no pau dele. Depois de meter um pouco comigo ela voltou a me chupar, ajoelhada.

Bom, fodemos, com ela punhetando ele e ela voltou a ajoelhar me chupando e batendo pra ele.

Então, ela tomou uma iniciativa. Puxou a perna dele entre suas pernas agachadas e abertas. Ela ficou esfregando a buceta na perna dele, enquanto me chupava e batia pra ele. Eu vi que a coisa estava ficando bem doida ali em baixo. Sabia que ela estava aprontando algo com o pé dele, mas não dava pra ver. Fiquei curioso. Misto de tesão e insegurança. Ela estava tendo prazer, mas eu não sabia como! Ela estava esfregando o pé dele no grelo, somente, ou já estaria com o dedão do pé dele enfiado na sua buceta? Ela era mais puta do que eu pensava ou não? Ela estava se preservando ou já tinha caído de cabeça na putaria? Ela puxou minha perna e meu pé e juntou ao dele. Senti que ela estava com o pé dele na buceta dela, mas senti que o dedão dele estava esfregando era o cu dela já. Meu dedão ela dirigiu pra buceta dela. Enfim, ela esfregou muito a buceta molhada em nossos dois pés. Aquilo dos dois pés nossos roçando a buça dela me deixou louco.

Ela voltou a subir no meu pau, e fodendo comigo, puxou minha mão no pau dele. Batemos juntos no pau dele e gozamos os três. Esse foi o primeiro encontro de nós três.

Tivemos um segundo.

Quando nos encontramos só eu e ele, batemos um pro outro, roçamos um pau no outro e gozamos na mão um do outro. Quando estivemos os três juntos, ele gozou na minha mão e na dela, pois batíamos juntos pra ele.

Mas, no encontro à três foi só a punheta juntos. Minha mulher até então nem sonhava que tínhamos esfregado um pau no outro.

Antes de irmos até ele, no segundo encontro. Eu pedi pra ele, pra ele deixar uma vela pronta pra usarmos lá e pedi que ele colocasse algum tecido no sofá e na cama, pra evitar molhar as coisas. Eu estava pensando em usar óleo nos corpos dessa vez. E na verdade rolou tanta coisa que nem brincamos com óleo.

De novo tivemos nervoso, frio na barriga, etc. Acho que eu sou o que melhor controla isso, mas mesmo assim dá muito frio na barriga, mesmo. Chegamos lá e começamos a conversar. Eu disse que tinha uma proposta, mas que queria saber se ele e ela topavam se vendados por mim. Minha mulher não achou tão bom a princípio, mas aceitou sem colocar obstáculos.

Vendei os dois, tirei a roupa deles e deixei um ao lado do outro no sofá. Ele estava bem perto dela. Ele já estava de pau duro. Subi no sofá e coloquei meu pau na boca da minha mulher. Eu lembrava do que ela me disse, que começar chupando meu pinto é reconfortante pra ela e a deixa segura. Como ela se solta chupando meu pinto comecei por onde era melhor pra ela. Fiz ela chupar de modo que fez bastante barulho de propósito. Era pra ele ouvir e ficar excitado. Fiz isso um pouco e então coloquei nosso amigo de pé, vendado como estava, no meio da sala. Levantei as mãos dele, coloquei elas atrás da cabeça dele e as amarrei. Coloquei a minha mulher de pé, vendada também, atrás dele. Aproximei ela do corpo dele, devagar, até os peitos dela roçarem as costas dele. Puxei os braços dela pra frente e fiz ela abraçá-lo por trás. Ela foi esfregando com as mãos os peitos dele, seus braços e sua barriga. Eu estimulei ela e fiz ela pegar no pau dele. Ela começou a masturbar ele desse jeito, abraçada por trás dele, como ela estava. Ela começou a beijar o pescoço e os ombros dele, batendo punheta abraçada nas costas dele. Eu me aproximei dele pela frente e coloquei meu pau junto com o pau dele. Comecei a esfregar meu pinto no pinto dele enquanto ela nos masturbava juntos. Foi a primeira vez que ela sentiu meu pau junto com outro. Puxei ela da parte detrás dele, pra o nosso lado. Essa posição, eu de frente pra ele e ela nos punhetando do lado facilitou tudo.

Abracei os dois a ficamos muito tempo ali, ela punhetando pau com pau. Puro tesão! Gemíamos e nos contorcíamos. Peguei na buça dela. De novo a sensação de raio e explosão de prazer, pois da buça dela escorrida um caldo molhando até a perna. Puta que pariu que tesão!

Enquanto estou escrevendo vou me masturbando. Quando lembro disso acelero muito a punheta aqui de puro tesão.

Só peguei na buça dela e senti o tesão molhado ali presente.

Já estava com meu pau esfregando no dele, mas é claro que em alguns momentos peguei um pouco e cheguei a punhetar nossos dois paus juntos.

Ainda aproveitei o clima pra fazer uma fantasia de leve. Pequei minha mulher pela mão e virei ela deixando ela de costas pra ele. Fiz ela ir andando, devagar, de costas até a bunda dela encostar no pau dele. Eu me aproximei dela pela frente e fiquei beijando a boca dela e esfregando o pau na buça dela. Ela ficou pegando no pau do nosso amigo e esfregando ele no rego da bunda dela, enquanto o punhetava. Tinha um pau na frente e outro atrás. Estavamos em um abraço a três e minha mulher sentiu pela primeira vez como é estar entre dois machos com o pau duro roçando no corpo dela. O tesão do momento era incrível.

Depois disso, coloquei ela sentada numa cadeira e ajoelhei ele de frente pra ela e fiz ele mamar em um peito dela. Enquanto ele mamava em um, chupei o outro. Depois coloquei ele sentado no sofá. Coloquei ela do lado dele, sentada, e fiz ela punhetar ele. Fiquei de frente pra ela e fiz ela me punhetar também. Peguei na buça ultra molhada dela e fiquei massageando o grelo dela.

Ela me surpreendeu, então. Pegou em um rompante minha mão e puxou forte de forma a me fazer atolar dois dedos de uma única vez e com violência pra dentro da xota dela. Os dedos escorregaram com enorme facilidade, dado que ela estava já toda molhada. Enfiei tanto e com tanta força os dedos na xota dela que posso dizer que fodi ela com os dedos, em todos os sentidos de foder. Era pra foder mesmo aquela buceta com a mão. Ela ergueu as pernas pra arreganhar melhor a buça e ser fodida mais gostoso pelos meus dedos. Foi um tesão doido.

Então, coloquei ela de pé diante dele que estava sentado. Fiz ela se inclinar pra frente e se apoiar com as mãos nas coxas dele e então comecei a foder ela por trás. Meu pinto entrou em um paraíso molhado, deslizou gostoso. A buceta dela pulsava e agarrava meu pinto de forma incrível. Peguei ela pelos cabelos, puxei-os e fodi ela como uma cadela com as mãos apoiadas mais coxas de outro homem.

Segurando os cabelos dela empurrei a cabeça dela ao pescoço dele e ela começou a beijar e chupar o pescoço dele enquanto batia uma punheta pra ele. Depois ela me contou que teve que fazer força pra se controlar e não encher ele de chupões, deixando marcas nele que poderiam ser vistas pela esposa dele mais tarde.

Eu ainda a fiz sentar numa coxa dele e encostar as costas no peito dele levantei as pernas dela e comecei a foder ela em cima da perna dele. Eu sentia meu saco arrastando na coxa dele, e isso era delicioso. Fodemos com ele sentindo tudo na acontecer na perna dele.

Fomos pro quarto. Lá deitei ele de barriga para cima. Eu tirei a máscara da minha mulher e fiz ela ajoelhar na cara dele. Ela ajoelhou, mas sem encostar nele. São vinte anos sem nunca ter sido tocada, chupada ou fodida por outro homem que não fosse eu. Ela hesitou em por a buceta na cara dele. Fiz um gesto, sem falar, pra ela pôr a buceta na cara dele. Ela se surpreendeu e ficou sem jeito. Não estava com coragem pra isso. Mas finalmente cedeu e esfregou a buceta na cara dele.

Eu subi na cama também e fui por trás dela. Coloquei meu pau na buça dela com ele chupando. Foi muito estímulo pra mim e pra ela. Tive que tirar o pau pra não gozar. Tirei, respirei um pouco e meti de novo. Senti a língua dele que chupava a buça dela passar pelo meu saco e um pouco no corpo do pinto. Ela estava virada para a parte de baixo do corpo dele e masturbava seu pau. Peguei no pinto dele e fui punhetando junto com ela. Ela estava se derretendo de tesão com ele chupando e eu metendo. Nós dois punhetávamos ele. Ela começou a gemer como uma cadela. A buça molhada apertava meu pau de mil formas deliciosas e o nosso amigo nos chupando enquanto fodíamos. Eu não aguentava mais a tortura do prazer. Eu estava me rendendo pro gozo e minha cadela estava gozando junto. Nessa hora ela se reclinou mais sobre o corpo dele. Eu estava gozando mas um nervoso se apossou de mim, pois ao se reclinar a cara dela ficou alguns dedos de distância do pau dele. Eu segurava o pau dele que apontava pro alto na direção da boca dela. Mil pensamentos passaram na minha cabeça. Eu não estava pronto pra ver a minha mulher, minha querida e imaculada mulher que me beija, mãe de meus filhos, essa mulher, quase uma figura de Santidade, com outro pinto na boca. Quase fiquei louco naquele momento, pois uma tara suja e perversa me fazia desejar ao mesmo tempo vê-la com outro pau na boca. Ela começou a beijar as coxas dele, próximo do saco e tudo isso foi muito rápido, na velocidade de uma gozada. Eu batia no pau dele e a boca dela já estava no corpo dele, era só dar uma viradinha agora e o pau dele estava na boca dela. Era claro pra mim que ela estava ali com a cara no pau dele querendo chupá-lo. Eu sabia que ela esperava só meu assentimento, minha permissão. E essa permissão era eu virar com a mão a rola dele e por na boca dela. Nós dois gozamos como se estivéssemos levando um coice de mula. Eu estava louco de tesão e tenso na mesma intensidade. Gozamos e a cara dela ficou ainda mais próxima do pau dele. Ela estava praticamente beijando o pau dele... Mas eu não tive coragem. Eu não estava pronto ainda. Eu virei o pau dele pro lado oposto do rosto dela. Na verdade eu tive que segurar o pau dele porque senão o pau batia na cara dela. Eu fiz o corpo dela quedar pra o lado, pra eu não tirar o pau de dentro dela, pois eu sabia que tinha gozado muito dentro dela. Eu sabia que se tirasse o pau naquela hora o leite cairia na cara dele. Também não queria fazer isso assim, não sabia se ele gostaria ou não.

O pau dele pulsava loucamente. Eu e ela subimos nas pernas dele e masturbamos ele. Eu falei pra ele gozar. Mas ele resistia e se contorcia. Acelerei e fiz ele gozar. Depois disso voltamos pra casa.

Depois eu pensei que deveria ter colocado mesmo o pau dele na boca dela. Aliás, trepei com ela quando voltamos pra casa. Enquanto trepávamos eu disse pra ela que eu devia ter colocado o pau dele dentro da boca dela. E quando eu disse isso pra ela, trepando, nós dois gozamos com alta intensidade, nossos corpos se estremeceram e caímos suados e realizados.
 
Autor: Marido Criativo
Skype maridocriativo@outlook.com

Roerto Ferri

Roberto Ferri é um artista e pintor italiano de Taranto, Itália, que se inspira profundamente nos pintores barrocos e em outros antigos mestres do romantismo, da Academia e do simbolismo.