Páginas

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Prazer, muito prazer e como fazer – Parte I


              
                Olá, futatricos e futatricas de Luxúria! Sejam Bem-vindos para uma reflexão interessante que quero lhes colocar e que pode ser importante para a autoanálise e desenvolvimento de todos.
            Da mesma forma que não podemos negar que o preconceito ainda existe entre as pessoas, mesmo com todo o esclarecimento e frentes de batalha contra ele, também não podemos negar que estamos na época de maior liberdade sexual já alcançada. Temos uma grande liberdade e somos como um vestibulando que está muito preparado para a prova, mas não tem a menor ideia de que curso deve escolher. Imagine-se em tal situação: você se preparou para a prova e está confiante que pode passar, mas quanto à decisão mais importante que é saber o que quer estudar na faculdade, para depois seguir a profissão que exercerá pelo resto da vida, não tem uma posição segura. Assim somos nós todos. Estamos tranquilos para exercer nossa sexualidade e experimentar o que realmente desejamos, mas afinal, o que é que nos dá prazer de verdade? Com tanta liberdade, o que queremos fazer afinal de contas? Com tantas opções, o que será que vai me levar ao ápice do prazer? Será a heterossexualidade? Será a homossexualidade? Será a bissexualidade? Será com muitas pessoas, será com uma pessoa só? Será que chegarei ao prazer total na simplicidade de uma relação convencional e pacata? Será que preciso de jogos e rituais elaborados para desfrutar ao máximo da minha sexualidade?

          Puxa, que caminho seguir quando a liberdade é tanta? No meio disso descobri uma coisa terrível: o sexo se tornou tão fácil que chegar ao prazer verdadeiro se tornou difícil. Queridos futatricos e futatricas, a verdade é que se criou um círculo vicioso muito mal para nossa saúde sexual. Tudo começa no seguinte problema: as pessoas não conhecem o verdadeiro e intenso prazer sexual. E como este prazer, seus efeitos e deleites são desconhecidos, as pessoas também não o procuram. Sem saber desse prazer como poderiam o procurar e sem o procurar como podem o encontrar? Está aí o círculo vicioso e o paradoxo. Uma pessoa que tem a vida sexual morna sequer cogita a possibilidade de um prazer intenso, inexplorado e arrebatador. Uma pessoa que vive uma vida sexual quente, mas meramente instintiva sem requinte, cuidado e elaboração pode ter prazer, mas não ainda o prazer mais intenso.
            Cada um deve se perguntar: será que existe uma forma de prazer além do convencional com o qual estou habituado? Haverá um prazer tão intenso que pode arrebatar, alterar nossa consciência, fazer sair do corpo e chegar as nuvens do céu? Tudo deve começar com essa pergunta. Se não nos perguntamos se chegamos ao máximo de prazer que podemos chegar e o que pode significar essa experiência em nossa vida, viveremos apenas com o que temos sem imaginar um além. Este além existe, este prazer arrebatador e transcendente existe, mas a maioria está muito distante disso, futatriquinhos e futatriquinhas. Um dos motivos para isso é o fato de que com tanta informação e possibilidades sexuais nos perdemos nas formas e deixamos de lado o conteúdo. É importante entender isso daqui, atenção!


Nenhum comentário:

Postar um comentário